Quando se fala em sorriso é necessário um apurado senso estético para que os tratamentos sejam harmoniosos, o sorriso revela muito mais a idade do que qualquer parte do corpo e é a 1a impressão visual que fica na mente das pessoas.
Hoje as técnicas existentes permitem restaurar qualquer sorriso.
Tudo deve ser realizado com as necessidades de cada indivíduo: ortodontia, clareamento, dentística, prótese, implantes, aumentando dessa forma a autoestima da pessoa.
Alguns casos podem ser auxiliados pela dermatologista, como por exemplo com o uso de botox e preenchimentos labiais com uso de ácido hialurônico.
Todos devem ser analisados individualmente pois, nem sempre um procedimento pode ser aplicado em determinados pacientes.
quarta-feira, 3 de março de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
Você sabe o que é HPV???
De acordo com o Instituto Nacional da Câncer (Inca), no Brasil, o câncer de boca está entre os mais comuns, sendo que o percentual de mortalidade dessa doença chega até 60%.
Pesquisas realizadas em 2007 mostraram que o carcinoma bucal afeta tanto sexo masculino quanto feminino.
Alguns fatores colaboram para o câncer como idade superior a 40 anos, vício de fumar cachimbos e cigarros, consumo de álcool, má higiene bucal e uso de próteses mal ajustadas.
Uma tese de doutorado apresentada na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) mostrou que o vísu do HPV pode ser um dos fatores que contribui para o câncer bucal. A pesquisa apontou um risco 25,5 vezes maior de os portadores de HPV na cavidade oral desenvolverem câncer.
O HPV tem como fator principal inibir alguns mecanismos de defesa da célula.
A sua presença não determina a ocorrência de neoplasias, mas sua associação com outros fatores cancerígenos como álcool e fumo podem aumentar a chance dos pacientes desenvolverem o câncer de boca.
De acordo com o Inca 75% dos casos de câncer bucal são diagnosticados em fases avançadas, dificultando o tratamento e chances de cura.
Fique atento a alguns sintomas: lesões que não cicatrizam por um período maior que 14 dias, presença de sangue na boca, dificuldade de movimentar a língua e hálito forte.
Geralmente o câncer em estágios iniciais não dói e as pessoas tendem a demorar a procurar tratamento.
Qualquer alteração procure seu dentista.
Pesquisas realizadas em 2007 mostraram que o carcinoma bucal afeta tanto sexo masculino quanto feminino.
Alguns fatores colaboram para o câncer como idade superior a 40 anos, vício de fumar cachimbos e cigarros, consumo de álcool, má higiene bucal e uso de próteses mal ajustadas.
Uma tese de doutorado apresentada na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) mostrou que o vísu do HPV pode ser um dos fatores que contribui para o câncer bucal. A pesquisa apontou um risco 25,5 vezes maior de os portadores de HPV na cavidade oral desenvolverem câncer.
O HPV tem como fator principal inibir alguns mecanismos de defesa da célula.
A sua presença não determina a ocorrência de neoplasias, mas sua associação com outros fatores cancerígenos como álcool e fumo podem aumentar a chance dos pacientes desenvolverem o câncer de boca.
De acordo com o Inca 75% dos casos de câncer bucal são diagnosticados em fases avançadas, dificultando o tratamento e chances de cura.
Fique atento a alguns sintomas: lesões que não cicatrizam por um período maior que 14 dias, presença de sangue na boca, dificuldade de movimentar a língua e hálito forte.
Geralmente o câncer em estágios iniciais não dói e as pessoas tendem a demorar a procurar tratamento.
Qualquer alteração procure seu dentista.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
FELIZ NATAL
Em época de Natal, o espírito de FESTA E ALEGRIA prospera em todas as pessoas, um clima suave na cidade, parece um encanto!
Que momento magico, que epoca gostosa.
Desejamos a todos, UM FELIZ NATAL E UM MARAVILHOSO 2010 COM MUITA SAUDE, MUITA PAZ, MUITA UNIÃO, MUITA ALEGRIA!
TUDO DE BOM, DE MARAVILHOSO PARA TODOS NOS!
E Até janeiro de 2010.
VENTURINI ODONTOLOGIA
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Você sabe o que é saburra???
A saburra lingual é uma formação esbranquiçada que se forma no dorso da língua, como a placa bacteriana nos dentes.
Restos de alimentos e células que se deslocam naturalmente da boca e dos lábios se depositam na língua e formam a saburra, foco de bactérias que provocam mal hálito.
Um agravante é a salivação precária, que facilita a aderência dos microorganismos e pode ser resultado de falta de hidratação, alimentação desequilibrada ou alguma doença.
Limpar a língua com um acessório próprio (geralmente de plástico em formato de U ou V) diariamente após a escovação é essencial para remover a saburra e evitar não só a halitose mas, a cárie e doença periodontal.
O uso de enxaguatórios com álcool deve ser evitado já que este resseca a mucosa bucal provocando descamação de células, as quais juntam-se à saburra e viram alimento para as bactérias que causam a halitose, piorando o quadro.
A pessoa que tem mal hálito nem sempre percebe porque quem convive com o cheiro da própria expiração acaba se acostumando e desenvolvendo a fadiga olfatória, que é a incapacidade de distinguir o odor.
Aqueles que tem hálito saudável conseguem perceber quando há alguma alteração.
Porém, existem certos tipos de alimento que liberam gases à base de enxofre durante o processo digestivo, como a cebola, o alho, o brócolis, o repolho e comidas gordurosas.
As frutas cítricas e os alimentos fibrosos estimulam a salivação e a autolimpeza da língua.
Restos de alimentos e células que se deslocam naturalmente da boca e dos lábios se depositam na língua e formam a saburra, foco de bactérias que provocam mal hálito.
Um agravante é a salivação precária, que facilita a aderência dos microorganismos e pode ser resultado de falta de hidratação, alimentação desequilibrada ou alguma doença.
Limpar a língua com um acessório próprio (geralmente de plástico em formato de U ou V) diariamente após a escovação é essencial para remover a saburra e evitar não só a halitose mas, a cárie e doença periodontal.
O uso de enxaguatórios com álcool deve ser evitado já que este resseca a mucosa bucal provocando descamação de células, as quais juntam-se à saburra e viram alimento para as bactérias que causam a halitose, piorando o quadro.
A pessoa que tem mal hálito nem sempre percebe porque quem convive com o cheiro da própria expiração acaba se acostumando e desenvolvendo a fadiga olfatória, que é a incapacidade de distinguir o odor.
Aqueles que tem hálito saudável conseguem perceber quando há alguma alteração.
Porém, existem certos tipos de alimento que liberam gases à base de enxofre durante o processo digestivo, como a cebola, o alho, o brócolis, o repolho e comidas gordurosas.
As frutas cítricas e os alimentos fibrosos estimulam a salivação e a autolimpeza da língua.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Saúde Sistêmica
Além do impacto que a perda dentária exerce na qualidade de vida de uma pessoa, comprometendo aspectos como aparência, interações sociais e o prazer da alimentação, existe também a real preocupação de que a nutrição saudável seja negativamente influenciada pela falta de dentes, principalmente em idosos.
A função mastigatória depende do estado da dentição e, como a perda dentária diminui a capacidade de mastigação, podem ocorrer alterações desfavoráveis na escolha de alimentos e na ingestão de nutrientes.
Os maus hábitos alimentares resultantes mostraram estar envolvidos na causa de problemas sistêmicos, associações entre dieta e doenças foram observadas.
Demonstrou-se que uma dieta rica em gorduras e colesterol aumenta o risco de doença cardiovascular, enquanto uma dieta pobre em fibras, frutas, vegetais pode causar aumento do risco de câncer.
Os estudos fornecem evidências de que a ingestão de nutrientes está associada com o estado dentário.
Além disso, muitos alimentos evitados pelas pessoas com dentição insatisfatória protegem o organismo contra doenças como isquemia cerebral, síndrome metabólica e doença cardiovascular.
Portanto, é importantíssimo o cuidado com a higiene bucal e dieta.
A função mastigatória depende do estado da dentição e, como a perda dentária diminui a capacidade de mastigação, podem ocorrer alterações desfavoráveis na escolha de alimentos e na ingestão de nutrientes.
Os maus hábitos alimentares resultantes mostraram estar envolvidos na causa de problemas sistêmicos, associações entre dieta e doenças foram observadas.
Demonstrou-se que uma dieta rica em gorduras e colesterol aumenta o risco de doença cardiovascular, enquanto uma dieta pobre em fibras, frutas, vegetais pode causar aumento do risco de câncer.
Os estudos fornecem evidências de que a ingestão de nutrientes está associada com o estado dentário.
Além disso, muitos alimentos evitados pelas pessoas com dentição insatisfatória protegem o organismo contra doenças como isquemia cerebral, síndrome metabólica e doença cardiovascular.
Portanto, é importantíssimo o cuidado com a higiene bucal e dieta.
Assistência odontológica geriátrica
Programas preventivos individuais eficazes dependem da educação do paciente para realizar uma boa higiene bucal e check-ups odontológicos frequentes.
Entretanto, apesar dos esforços ao longo dos anos dos serviços odontológicos, ainda existe uma distância entre os serviços oferecidos e os usados, principalmente para idosos.
Um estudo realizado no Reino Unido em 1998 verificou que apenas 60% dos adultos com mais de 75 anos de idade disseram fazer check-ups, deixando os outros 40% em risco de problemas de saúde bucal não tratados, podendo piorar e prejudicar a saúde geral.
Barreiras que impedem os idosos de buscar tratamento odontológico incluem custo, medo, debilidade física e falta de percepção da necessidade de tratamento.
Um estudo de Glasgow, Escócia, observou que quando pacientes idosos eram encaminhados por um profissional de saúde da família, estimulando visitas regulares ao dentista, a frequencia odontológica melhorava significativamente.
Para os pacientes idosos, a integração dos serviços médicos e odontológicos é muito importante para a prevenção e exigirá a colaboração de dentistas, médicos geriatras e clínicos gerais.
Entretanto, apesar dos esforços ao longo dos anos dos serviços odontológicos, ainda existe uma distância entre os serviços oferecidos e os usados, principalmente para idosos.
Um estudo realizado no Reino Unido em 1998 verificou que apenas 60% dos adultos com mais de 75 anos de idade disseram fazer check-ups, deixando os outros 40% em risco de problemas de saúde bucal não tratados, podendo piorar e prejudicar a saúde geral.
Barreiras que impedem os idosos de buscar tratamento odontológico incluem custo, medo, debilidade física e falta de percepção da necessidade de tratamento.
Um estudo de Glasgow, Escócia, observou que quando pacientes idosos eram encaminhados por um profissional de saúde da família, estimulando visitas regulares ao dentista, a frequencia odontológica melhorava significativamente.
Para os pacientes idosos, a integração dos serviços médicos e odontológicos é muito importante para a prevenção e exigirá a colaboração de dentistas, médicos geriatras e clínicos gerais.
Uso de implantes
Nos últimos anos os avanços nas técnicas cirúrgicas e protéticas tornaram os implantes dentários mais confiáveis e duráveis, no entanto, a satisfação dos pacientes com a substituição dentária tornou-se um desafio.
O papel inicial do clínico é avaliar a história médica e odontológica do paciente, discutir as opções terapêuticas disponíveis em termos de viabilidade, função, estética e custo.
Também desenvolve o plano de tratamento, avalia cuidadosamente os tecidos moles e duros dos sítios dos implantes nas três dimensões, prepara um modelo de diagnóstico montado em articulador e um enceramento de estudo.
As estruturas ósseas são avaliadas por palpação em combinação com os exames radiográficos.
O conjunto de elementos diagnósticos pode ajudar a determinar a extensão exata do enxerto de tecido mole e duro (quando necessário) e pode ser usado para criar um guia cirúrgico que ajuda no posicionamento correto do implante.
O número de implantes necessários depende de quantos dentes adjacentes estão ausentes.
Coroas ou próteses retidas por parafusos são recomendadas quando o risco de recessão gengival é alto.
Próteses retidas por cimento são preferidas com coroas curtas.
As overdentures (próteses sobre implantes) removíveis, são retidas por dois implantes e suportadas por tecido mucoso. Já pacientes que não suportam a pressão sobre esses tecidos requerem overdentures que sejam suportadas exclusivamente por implantes conectados por uma barra rígida.
Convencionalmente, a prótese é colocada sobre o implante depois de um período de cicatrização de três a seis meses.
Procure se informar a respeito.
O papel inicial do clínico é avaliar a história médica e odontológica do paciente, discutir as opções terapêuticas disponíveis em termos de viabilidade, função, estética e custo.
Também desenvolve o plano de tratamento, avalia cuidadosamente os tecidos moles e duros dos sítios dos implantes nas três dimensões, prepara um modelo de diagnóstico montado em articulador e um enceramento de estudo.
As estruturas ósseas são avaliadas por palpação em combinação com os exames radiográficos.
O conjunto de elementos diagnósticos pode ajudar a determinar a extensão exata do enxerto de tecido mole e duro (quando necessário) e pode ser usado para criar um guia cirúrgico que ajuda no posicionamento correto do implante.
O número de implantes necessários depende de quantos dentes adjacentes estão ausentes.
Coroas ou próteses retidas por parafusos são recomendadas quando o risco de recessão gengival é alto.
Próteses retidas por cimento são preferidas com coroas curtas.
As overdentures (próteses sobre implantes) removíveis, são retidas por dois implantes e suportadas por tecido mucoso. Já pacientes que não suportam a pressão sobre esses tecidos requerem overdentures que sejam suportadas exclusivamente por implantes conectados por uma barra rígida.
Convencionalmente, a prótese é colocada sobre o implante depois de um período de cicatrização de três a seis meses.
Procure se informar a respeito.
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