Algumas pessoas têm feridas na boca e não sabem o que são e nem como tratá-las.
As lesões em mucosa mais comuns na boca podem ser a afta, a cândida ou o herpes.
A afta é um tipo de úlcera e pode ser causada por medicação, estresse, alimentos ácidos, traumas ou distúrbios gastro-intestinais. Próteses com grampo, aparelhos ortodônticos, dentes quebrados, restaurações fraturadas e com pontas podem ferir a mucosa e levar ao surgimento de pequenas feridas que demoram para cicatrizar.
A cândida é causada por um fungo, é o popular "sapinho", pode causar manchas vermelhas em mucosas debaixo de prótese totais (dentaduras).
A herpes se apresenta como bolhas nos cantos da boca ou lábios, é uma doença contagiosa.
A secura na boca ou xerostomia, sintoma presente quando o diabético está com hiperglicemia, favorece o surgimento de lesões porque toda a região de mucosa fica mais delicada e sensível. Nessas ocasiões, todo cuidado é pouco. Até a escova de dente pode causar um ferimento, daí a necessidade de usar uma escova com cerdas extra macias. O uso de palito de dente está proibido, além de machucar pode levar à mucosa bactérias.
Procure seu dentista sempre que surgir alguma ferida na boca para que receba a correta orientação quanto ao tipo de medicação que deve ser tomada ou usada.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Você sabe o que é seio maxilar?
Na face temos 4 tipos de seios: frontal, esfenoidal, etmoidal e maxilar.
Dentre eles, o maxilar é o mais importante nas cirurgias de preenchimento para posterior colocação de implantes.
Tem como função: redução do peso de crânio, fonação, umidificação e aquecimento do ar, e filtração.
Existem exames que auxiliam na avaliação das condições clínicas dos seios maxilares, dentre eles, a radiografia periapical feita no consultório odontológico.
Através dela podemos observar a relação das raízes ou implantes com o seio, podemos diagnosticar lesões patológicas e detectar presença de fraturas. Podemos também avaliar o osso adjacente ao implante e suas variáveis a longo prazo em relação a osseointegração.
Já as radiografias panorâmicas realizadas em clínicas radiológicas, dão uma imagem variável devido aos inúmeros aparelhos existentes.
A tomografia computadorizada, nos fornece imagens eletrônicas obtidas por meio de radiografias seccionais de uma determinada parte do corpo, produz medidas sem distorção na proporção de 1:1, rápida execução e capaz de fornecer resultados de forma nítida e alta resolução. Desta forma podemos avaliar o volume, morfologia, presença de septos e lesões de tecidos duros, dentre outras.
Exames em 3D necessitam de um software para leitura e análise.
Com esses exames temos uma otimização no planejamento, aumento das possibilidades de sucesso diminuindo o risco e o tempo cirúrgico.
Dentre eles, o maxilar é o mais importante nas cirurgias de preenchimento para posterior colocação de implantes.
Tem como função: redução do peso de crânio, fonação, umidificação e aquecimento do ar, e filtração.
Existem exames que auxiliam na avaliação das condições clínicas dos seios maxilares, dentre eles, a radiografia periapical feita no consultório odontológico.
Através dela podemos observar a relação das raízes ou implantes com o seio, podemos diagnosticar lesões patológicas e detectar presença de fraturas. Podemos também avaliar o osso adjacente ao implante e suas variáveis a longo prazo em relação a osseointegração.
Já as radiografias panorâmicas realizadas em clínicas radiológicas, dão uma imagem variável devido aos inúmeros aparelhos existentes.
A tomografia computadorizada, nos fornece imagens eletrônicas obtidas por meio de radiografias seccionais de uma determinada parte do corpo, produz medidas sem distorção na proporção de 1:1, rápida execução e capaz de fornecer resultados de forma nítida e alta resolução. Desta forma podemos avaliar o volume, morfologia, presença de septos e lesões de tecidos duros, dentre outras.
Exames em 3D necessitam de um software para leitura e análise.
Com esses exames temos uma otimização no planejamento, aumento das possibilidades de sucesso diminuindo o risco e o tempo cirúrgico.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Vinho branco também pode manchar os dentes?
Um estudo da Universidade de Nova Yorque, EUA mostrou que o vinho branco também pode manchar os dentes.
Os ácidos presentes no vinho criam marcas que permitem que as substâncias que causam as manchas, como por exemplo café e chá, penetrem nas camadas mais profundas dos dentes.
O vinho tinto possui um componente que pigmenta muito os dentes, chamado cromogênio, por isso seu efeito pode ser visualizado mais facilmente.
Para remover essas manchas, não devemos escovar os dentes com mais força ou usar pastas muito abrasivas e sim procurar o dentista que irá removê-las sem prejudicar o esmalte dental.
Os ácidos presentes no vinho criam marcas que permitem que as substâncias que causam as manchas, como por exemplo café e chá, penetrem nas camadas mais profundas dos dentes.
O vinho tinto possui um componente que pigmenta muito os dentes, chamado cromogênio, por isso seu efeito pode ser visualizado mais facilmente.
Para remover essas manchas, não devemos escovar os dentes com mais força ou usar pastas muito abrasivas e sim procurar o dentista que irá removê-las sem prejudicar o esmalte dental.
quarta-feira, 17 de março de 2010
Doença periodontal X Diabetes
A condição caracterizada por infecção ou inflamação nas gengivas e tecidos de suporte dos dentes, pode ser considerada um alto risco para o desenvolvimento do diabetes.
Baseado em análises de dados de quase 3000 pessoas que não tinham diabetes, os resultados indicaram que, entre aqueles sem os problemas bucais, 63% tinham risco aumentado de ter diabetes, contra 93% daqueles com doenças gengivais.
A Associação Americana do Diabetes recomenda a triagem em pessoas com mais de 45 anos que apresentem sobrepeso e para aqueles com menos de 45 anos, com sobrepeso e pelo menos um fator de risco adicional para a doença.
Dois desses fatores de risco adicional, pressão alta e ter um parente de 1o grau (pais ou irmãos) com diabetes, foram relatados em um significativo número de pessoas com doença periodontal, em comparação a pessoas sem a doença.
Os resultados da pesquisa foram publicados no Journal of Public Health Dentistry, mostrando que aumentam as evidências que associam infecções periodontais a um aumento no risco de diabetes, além de indicar que metade desses pacientes com doença periodontal e alto risco de diabetes haviam visitado o dentista no ano anterior a pesquisa.
Daí a necessidade da prevenção, visitar o dentista periodicamente para avaliação do quadro clínico e devidas orientações.
Baseado em análises de dados de quase 3000 pessoas que não tinham diabetes, os resultados indicaram que, entre aqueles sem os problemas bucais, 63% tinham risco aumentado de ter diabetes, contra 93% daqueles com doenças gengivais.
A Associação Americana do Diabetes recomenda a triagem em pessoas com mais de 45 anos que apresentem sobrepeso e para aqueles com menos de 45 anos, com sobrepeso e pelo menos um fator de risco adicional para a doença.
Dois desses fatores de risco adicional, pressão alta e ter um parente de 1o grau (pais ou irmãos) com diabetes, foram relatados em um significativo número de pessoas com doença periodontal, em comparação a pessoas sem a doença.
Os resultados da pesquisa foram publicados no Journal of Public Health Dentistry, mostrando que aumentam as evidências que associam infecções periodontais a um aumento no risco de diabetes, além de indicar que metade desses pacientes com doença periodontal e alto risco de diabetes haviam visitado o dentista no ano anterior a pesquisa.
Daí a necessidade da prevenção, visitar o dentista periodicamente para avaliação do quadro clínico e devidas orientações.
terça-feira, 9 de março de 2010
PARTICIPAÇÃO DE VOCÊ PACIENTE!!!!
OLÁ
Gostaríamos da participação de vocês pacientes, enviando o assunto que querem em nossas postagens, perguntas, dúvidas, ou qualquer que seja a informação.
Aguardamos o contato de vocês
abraço a todos
Venturini
quarta-feira, 3 de março de 2010
Plástica do Sorriso
Quando se fala em sorriso é necessário um apurado senso estético para que os tratamentos sejam harmoniosos, o sorriso revela muito mais a idade do que qualquer parte do corpo e é a 1a impressão visual que fica na mente das pessoas.
Hoje as técnicas existentes permitem restaurar qualquer sorriso.
Tudo deve ser realizado com as necessidades de cada indivíduo: ortodontia, clareamento, dentística, prótese, implantes, aumentando dessa forma a autoestima da pessoa.
Alguns casos podem ser auxiliados pela dermatologista, como por exemplo com o uso de botox e preenchimentos labiais com uso de ácido hialurônico.
Todos devem ser analisados individualmente pois, nem sempre um procedimento pode ser aplicado em determinados pacientes.
Hoje as técnicas existentes permitem restaurar qualquer sorriso.
Tudo deve ser realizado com as necessidades de cada indivíduo: ortodontia, clareamento, dentística, prótese, implantes, aumentando dessa forma a autoestima da pessoa.
Alguns casos podem ser auxiliados pela dermatologista, como por exemplo com o uso de botox e preenchimentos labiais com uso de ácido hialurônico.
Todos devem ser analisados individualmente pois, nem sempre um procedimento pode ser aplicado em determinados pacientes.
terça-feira, 2 de março de 2010
Você sabe o que é HPV???
De acordo com o Instituto Nacional da Câncer (Inca), no Brasil, o câncer de boca está entre os mais comuns, sendo que o percentual de mortalidade dessa doença chega até 60%.
Pesquisas realizadas em 2007 mostraram que o carcinoma bucal afeta tanto sexo masculino quanto feminino.
Alguns fatores colaboram para o câncer como idade superior a 40 anos, vício de fumar cachimbos e cigarros, consumo de álcool, má higiene bucal e uso de próteses mal ajustadas.
Uma tese de doutorado apresentada na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) mostrou que o vísu do HPV pode ser um dos fatores que contribui para o câncer bucal. A pesquisa apontou um risco 25,5 vezes maior de os portadores de HPV na cavidade oral desenvolverem câncer.
O HPV tem como fator principal inibir alguns mecanismos de defesa da célula.
A sua presença não determina a ocorrência de neoplasias, mas sua associação com outros fatores cancerígenos como álcool e fumo podem aumentar a chance dos pacientes desenvolverem o câncer de boca.
De acordo com o Inca 75% dos casos de câncer bucal são diagnosticados em fases avançadas, dificultando o tratamento e chances de cura.
Fique atento a alguns sintomas: lesões que não cicatrizam por um período maior que 14 dias, presença de sangue na boca, dificuldade de movimentar a língua e hálito forte.
Geralmente o câncer em estágios iniciais não dói e as pessoas tendem a demorar a procurar tratamento.
Qualquer alteração procure seu dentista.
Pesquisas realizadas em 2007 mostraram que o carcinoma bucal afeta tanto sexo masculino quanto feminino.
Alguns fatores colaboram para o câncer como idade superior a 40 anos, vício de fumar cachimbos e cigarros, consumo de álcool, má higiene bucal e uso de próteses mal ajustadas.
Uma tese de doutorado apresentada na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) mostrou que o vísu do HPV pode ser um dos fatores que contribui para o câncer bucal. A pesquisa apontou um risco 25,5 vezes maior de os portadores de HPV na cavidade oral desenvolverem câncer.
O HPV tem como fator principal inibir alguns mecanismos de defesa da célula.
A sua presença não determina a ocorrência de neoplasias, mas sua associação com outros fatores cancerígenos como álcool e fumo podem aumentar a chance dos pacientes desenvolverem o câncer de boca.
De acordo com o Inca 75% dos casos de câncer bucal são diagnosticados em fases avançadas, dificultando o tratamento e chances de cura.
Fique atento a alguns sintomas: lesões que não cicatrizam por um período maior que 14 dias, presença de sangue na boca, dificuldade de movimentar a língua e hálito forte.
Geralmente o câncer em estágios iniciais não dói e as pessoas tendem a demorar a procurar tratamento.
Qualquer alteração procure seu dentista.
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