Atualmente o câncer de boca ocupa o 7o lugar em número de casos diagnosticados.
As estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA) apontam que apenas em 2010 serão mais de 14000 novos casos diagnosticados, projetados a partir do número de mortes por câncer de boca registrados em 2007 (mais de 6000 pessoas).
A quelite actínica é uma lesão potencialmente malígna, ou seja, apresenta possibilidade de evolução para o câncer labial caso não haja o correto tratamento e acompanhamento. A doença precisa de atenção odontológica uma vez que, em função da variedade dos aspectos evolutivos, o tratamento precisa ser individualizado e voltado não somente para atenuar os sinais mas, sobretudo para eliminar a origem.
Os batons em geral, mesmo os que não possuem filtro solar, agem como uma barreira para bloquear o sol, daí ocorrer uma incidência menor em mulheres.
Dentre os sinais temos: ressecamento ou descamação, mudança de tonalidade dos lábios, aumento de volume e enrijecimento dos lábios por perda de colágeno.
Em casos mais avançados, ocorrem úlceras e fissuras.
O tratamento depende do estágio em que a lesão se apresenta e muitas vezes há a necessidade de remoção cirúrgica da lesão.
Quando surgem os primeiros sinais, deve-se procurar imediatamente o dentista e iniciar o tratamento para regressão da lesão.
terça-feira, 27 de abril de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Como manter um bom hálito?
Saburra lingual, problemas periodontais ou respiratórios, estresse, ingestão insuficiente de água e alimentação inadequada são alguns dos 60 fatores que combinados causam a halitose, conhecida popularmente como mau hálito.
Em 95% dos casos a halitose tem como origem principal a saburra lingual.
A língua é o maior nicho de bactérias da cavidade oral e higienizá-la de forma adequada não apenas ajuda a prevenir cáries ou doenças periodontais, como tembém diminui a incidência de halitose e até mesmo, doenças mais graves como acidente vascular cerebral, enfarte e parto prematuro.
Daía necessidade de tomar alguns cuidados como:
1- Fazer higiene oral completa, inclusive na língua, diariamente.
2- Ingerir muita água, pelo menos 2 litros.
3- Preferencialmente ter 5 refeições por dia e evitar jejum prolongado maior do que 4 horas.
4- Mastigar lentamente os alimentos durante as refeições.
5- Evitar medicamentos que diminuam a salivação.
6- Diminuir o estress.
7- Praticar atividade física semanalmente.
8- Evitar antissépticos orais que contenham álcool.
9- Ter uma alimentação balanceada para um bom funcionamento do intestino.
10- Evitar uso excessivo de álcool e alimentos com enxofre, além de bebidas a base de cola, café, chá preto e refrigerantes.
Se houver alguma dúvida, procure o dentista especialista em halitose para um correto diagnóstico e orientações.
Em 95% dos casos a halitose tem como origem principal a saburra lingual.
A língua é o maior nicho de bactérias da cavidade oral e higienizá-la de forma adequada não apenas ajuda a prevenir cáries ou doenças periodontais, como tembém diminui a incidência de halitose e até mesmo, doenças mais graves como acidente vascular cerebral, enfarte e parto prematuro.
Daía necessidade de tomar alguns cuidados como:
1- Fazer higiene oral completa, inclusive na língua, diariamente.
2- Ingerir muita água, pelo menos 2 litros.
3- Preferencialmente ter 5 refeições por dia e evitar jejum prolongado maior do que 4 horas.
4- Mastigar lentamente os alimentos durante as refeições.
5- Evitar medicamentos que diminuam a salivação.
6- Diminuir o estress.
7- Praticar atividade física semanalmente.
8- Evitar antissépticos orais que contenham álcool.
9- Ter uma alimentação balanceada para um bom funcionamento do intestino.
10- Evitar uso excessivo de álcool e alimentos com enxofre, além de bebidas a base de cola, café, chá preto e refrigerantes.
Se houver alguma dúvida, procure o dentista especialista em halitose para um correto diagnóstico e orientações.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Feridas na boca?
Algumas pessoas têm feridas na boca e não sabem o que são e nem como tratá-las.
As lesões em mucosa mais comuns na boca podem ser a afta, a cândida ou o herpes.
A afta é um tipo de úlcera e pode ser causada por medicação, estresse, alimentos ácidos, traumas ou distúrbios gastro-intestinais. Próteses com grampo, aparelhos ortodônticos, dentes quebrados, restaurações fraturadas e com pontas podem ferir a mucosa e levar ao surgimento de pequenas feridas que demoram para cicatrizar.
A cândida é causada por um fungo, é o popular "sapinho", pode causar manchas vermelhas em mucosas debaixo de prótese totais (dentaduras).
A herpes se apresenta como bolhas nos cantos da boca ou lábios, é uma doença contagiosa.
A secura na boca ou xerostomia, sintoma presente quando o diabético está com hiperglicemia, favorece o surgimento de lesões porque toda a região de mucosa fica mais delicada e sensível. Nessas ocasiões, todo cuidado é pouco. Até a escova de dente pode causar um ferimento, daí a necessidade de usar uma escova com cerdas extra macias. O uso de palito de dente está proibido, além de machucar pode levar à mucosa bactérias.
Procure seu dentista sempre que surgir alguma ferida na boca para que receba a correta orientação quanto ao tipo de medicação que deve ser tomada ou usada.
As lesões em mucosa mais comuns na boca podem ser a afta, a cândida ou o herpes.
A afta é um tipo de úlcera e pode ser causada por medicação, estresse, alimentos ácidos, traumas ou distúrbios gastro-intestinais. Próteses com grampo, aparelhos ortodônticos, dentes quebrados, restaurações fraturadas e com pontas podem ferir a mucosa e levar ao surgimento de pequenas feridas que demoram para cicatrizar.
A cândida é causada por um fungo, é o popular "sapinho", pode causar manchas vermelhas em mucosas debaixo de prótese totais (dentaduras).
A herpes se apresenta como bolhas nos cantos da boca ou lábios, é uma doença contagiosa.
A secura na boca ou xerostomia, sintoma presente quando o diabético está com hiperglicemia, favorece o surgimento de lesões porque toda a região de mucosa fica mais delicada e sensível. Nessas ocasiões, todo cuidado é pouco. Até a escova de dente pode causar um ferimento, daí a necessidade de usar uma escova com cerdas extra macias. O uso de palito de dente está proibido, além de machucar pode levar à mucosa bactérias.
Procure seu dentista sempre que surgir alguma ferida na boca para que receba a correta orientação quanto ao tipo de medicação que deve ser tomada ou usada.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Você sabe o que é seio maxilar?
Na face temos 4 tipos de seios: frontal, esfenoidal, etmoidal e maxilar.
Dentre eles, o maxilar é o mais importante nas cirurgias de preenchimento para posterior colocação de implantes.
Tem como função: redução do peso de crânio, fonação, umidificação e aquecimento do ar, e filtração.
Existem exames que auxiliam na avaliação das condições clínicas dos seios maxilares, dentre eles, a radiografia periapical feita no consultório odontológico.
Através dela podemos observar a relação das raízes ou implantes com o seio, podemos diagnosticar lesões patológicas e detectar presença de fraturas. Podemos também avaliar o osso adjacente ao implante e suas variáveis a longo prazo em relação a osseointegração.
Já as radiografias panorâmicas realizadas em clínicas radiológicas, dão uma imagem variável devido aos inúmeros aparelhos existentes.
A tomografia computadorizada, nos fornece imagens eletrônicas obtidas por meio de radiografias seccionais de uma determinada parte do corpo, produz medidas sem distorção na proporção de 1:1, rápida execução e capaz de fornecer resultados de forma nítida e alta resolução. Desta forma podemos avaliar o volume, morfologia, presença de septos e lesões de tecidos duros, dentre outras.
Exames em 3D necessitam de um software para leitura e análise.
Com esses exames temos uma otimização no planejamento, aumento das possibilidades de sucesso diminuindo o risco e o tempo cirúrgico.
Dentre eles, o maxilar é o mais importante nas cirurgias de preenchimento para posterior colocação de implantes.
Tem como função: redução do peso de crânio, fonação, umidificação e aquecimento do ar, e filtração.
Existem exames que auxiliam na avaliação das condições clínicas dos seios maxilares, dentre eles, a radiografia periapical feita no consultório odontológico.
Através dela podemos observar a relação das raízes ou implantes com o seio, podemos diagnosticar lesões patológicas e detectar presença de fraturas. Podemos também avaliar o osso adjacente ao implante e suas variáveis a longo prazo em relação a osseointegração.
Já as radiografias panorâmicas realizadas em clínicas radiológicas, dão uma imagem variável devido aos inúmeros aparelhos existentes.
A tomografia computadorizada, nos fornece imagens eletrônicas obtidas por meio de radiografias seccionais de uma determinada parte do corpo, produz medidas sem distorção na proporção de 1:1, rápida execução e capaz de fornecer resultados de forma nítida e alta resolução. Desta forma podemos avaliar o volume, morfologia, presença de septos e lesões de tecidos duros, dentre outras.
Exames em 3D necessitam de um software para leitura e análise.
Com esses exames temos uma otimização no planejamento, aumento das possibilidades de sucesso diminuindo o risco e o tempo cirúrgico.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Vinho branco também pode manchar os dentes?
Um estudo da Universidade de Nova Yorque, EUA mostrou que o vinho branco também pode manchar os dentes.
Os ácidos presentes no vinho criam marcas que permitem que as substâncias que causam as manchas, como por exemplo café e chá, penetrem nas camadas mais profundas dos dentes.
O vinho tinto possui um componente que pigmenta muito os dentes, chamado cromogênio, por isso seu efeito pode ser visualizado mais facilmente.
Para remover essas manchas, não devemos escovar os dentes com mais força ou usar pastas muito abrasivas e sim procurar o dentista que irá removê-las sem prejudicar o esmalte dental.
Os ácidos presentes no vinho criam marcas que permitem que as substâncias que causam as manchas, como por exemplo café e chá, penetrem nas camadas mais profundas dos dentes.
O vinho tinto possui um componente que pigmenta muito os dentes, chamado cromogênio, por isso seu efeito pode ser visualizado mais facilmente.
Para remover essas manchas, não devemos escovar os dentes com mais força ou usar pastas muito abrasivas e sim procurar o dentista que irá removê-las sem prejudicar o esmalte dental.
quarta-feira, 17 de março de 2010
Doença periodontal X Diabetes
A condição caracterizada por infecção ou inflamação nas gengivas e tecidos de suporte dos dentes, pode ser considerada um alto risco para o desenvolvimento do diabetes.
Baseado em análises de dados de quase 3000 pessoas que não tinham diabetes, os resultados indicaram que, entre aqueles sem os problemas bucais, 63% tinham risco aumentado de ter diabetes, contra 93% daqueles com doenças gengivais.
A Associação Americana do Diabetes recomenda a triagem em pessoas com mais de 45 anos que apresentem sobrepeso e para aqueles com menos de 45 anos, com sobrepeso e pelo menos um fator de risco adicional para a doença.
Dois desses fatores de risco adicional, pressão alta e ter um parente de 1o grau (pais ou irmãos) com diabetes, foram relatados em um significativo número de pessoas com doença periodontal, em comparação a pessoas sem a doença.
Os resultados da pesquisa foram publicados no Journal of Public Health Dentistry, mostrando que aumentam as evidências que associam infecções periodontais a um aumento no risco de diabetes, além de indicar que metade desses pacientes com doença periodontal e alto risco de diabetes haviam visitado o dentista no ano anterior a pesquisa.
Daí a necessidade da prevenção, visitar o dentista periodicamente para avaliação do quadro clínico e devidas orientações.
Baseado em análises de dados de quase 3000 pessoas que não tinham diabetes, os resultados indicaram que, entre aqueles sem os problemas bucais, 63% tinham risco aumentado de ter diabetes, contra 93% daqueles com doenças gengivais.
A Associação Americana do Diabetes recomenda a triagem em pessoas com mais de 45 anos que apresentem sobrepeso e para aqueles com menos de 45 anos, com sobrepeso e pelo menos um fator de risco adicional para a doença.
Dois desses fatores de risco adicional, pressão alta e ter um parente de 1o grau (pais ou irmãos) com diabetes, foram relatados em um significativo número de pessoas com doença periodontal, em comparação a pessoas sem a doença.
Os resultados da pesquisa foram publicados no Journal of Public Health Dentistry, mostrando que aumentam as evidências que associam infecções periodontais a um aumento no risco de diabetes, além de indicar que metade desses pacientes com doença periodontal e alto risco de diabetes haviam visitado o dentista no ano anterior a pesquisa.
Daí a necessidade da prevenção, visitar o dentista periodicamente para avaliação do quadro clínico e devidas orientações.
terça-feira, 9 de março de 2010
PARTICIPAÇÃO DE VOCÊ PACIENTE!!!!
OLÁ
Gostaríamos da participação de vocês pacientes, enviando o assunto que querem em nossas postagens, perguntas, dúvidas, ou qualquer que seja a informação.
Aguardamos o contato de vocês
abraço a todos
Venturini
Assinar:
Postagens (Atom)