quarta-feira, 20 de junho de 2012

Hábitos saudáveis podem prevenir doenças

Limpeza regular dos dentes está associada a redução do risco de futuras doenças cardiovasculares. Um estudo elaborados pelos Médicos do Veterans General Hospital de Taiwan, sob a coordenação do Dr. H. B. Leu, relata os resultados obtidos com o acompanhamento de 10.887 pacientes que faziam limpeza regular dos dentes (terapia perio dontal) e 10.989 pacientes que não faziam. Ao longo de um período de análise de sete anos, o grupo que faziam limpeza dos dentes regularmente apresentaram uma menor incidência de infarto do miocárdio, derrames e outros problemas cardiovasculares. O estudo demonstrou que a frequência da limpeza dos dentes tinha correlação com a redução dos riscos de doenças cardiovasculares.

Para mulheres na pós-menopausa: Aumentem a freqüência de checkups dental

Mulheres pós-menopausa têm uma nova mensagem de saúde. Dois checkups dentais anuais não são suficientes. As mulheres com mais idade necessitam mais, conforme indicam pesquisas da Case Western Reserve University School of Dental Medicine e a Cleveland Clinic

Visita ao dentista entre 0 a 3 anos de idade diminui cárie em 69%

Estudos comprovam que a mãe é a principal fonte de transmissão de bactérias bucais para os bebês, aumentando as chances de desenvolverem cárie e outros problemas bucais. O atendimento odontológico de zero a três anos de idade, quando realizado com frequência de quatro vezes ao ano, mostra declínio de cárie de 69%. Este e outros temas estarão no maior congresso internacional de pesquisa em Cardiologia, Orca 2012, que acontece em Cabo Frio (RJ) em junho. É a primeira vez que o evento ocorre na América Latina.Mesmo coberta de carinho e boas intenções, a mãe pode transmitir ao seu bebê bactérias bucais que causam cárie, aumentando as chances dele desenvolvê-la na infância e na vida adulta, entre outros problemas decorrentes da doença. Dados do Ministério da Saúde mostram que, no Brasil, crianças de 18 a 36 meses já têm em média um dente cariado, sendo que no Sudeste, a ocorrência de cárie nesta faixa etária é de 31% a 39% e no Nordeste pode atingir 97%, reforçando a importância da prevenção já nesta idade.

Crianças prematuras têm dentes menores, sugere pesquisa.

Conforme estudo da Faculdade de Odontologia da Universidade Malmö da Suécia. O conhecimento sobre crianças prematuras e seu desenvolvimento mental e físico enquanto eles crescem, está constantemente aumentando. Em anos recentes vários estudos sobre saúde bucal de crianças têm sido publicados por pesquisadores da Faculdade de Odontologia de Malmö. Liselotte Paulsson-Björnsson, uma especialista em ortodontia, tem estudado 80 crianças nascidas com menos de 33 semanas de gestação. “Nós temos examinado como os dentes deles estão desenvolvendo e, entre outras coisas, nos temos observado suas mordidas. Nos temos também verificado suas necessidades de ajustes ortodônticos e constatado que elas são maiores do que no grupo de crianças nascidas de gestação integral”.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Um caso de ortodontia

Paciente R.C.M., de 28 anos, nos procurou com a finalidade de melhorar sua mordida. Como de costume, foi solicitado ao paciente toda a documentação ortodôntica necessária. Após análise da documentação, tratamos o paciente com aparelho fixo do início ao fim. Paciente classe III, grande giroversão dos premolares 14 e 24, mordida bem desnivelada na região posterior bilateral. Seguem as fotos iniciais e finais do tratamento. Paciente ficou bem satisfeito com o resultado, lembrando que NAO TEVE EXTRAÇÃO E NEM CIRURGIA.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Chá verde



As taxas de sobrepeso dos brasileiros aumentaram significativamente nos últimos quatro anos. Segundo o Ministério da Saúde, analisando um grupo de 54 mil pessoas adultas, revelou-se que 51% dos homens e 42,6% das mulheres estavam acima do peso adequado. Entre as crianças, os índices são mais assustadores. Cerca de 16% dos meninos e 12% das meninas com idades entre 5 e 9 anos são hoje obesas no País, quatro vezes mais do que há 20 anos.
Pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, analisa o efeito do chá verde no controle da obesidade e aponta que o produto pode ser um aliado alimentar para a perda de peso e diminuição da gordura corporal.
Estilo de vida saudável, associado a uma dieta adequada, prática de exercícios físicos, abstinência de bebidas alcoólicas e do tabaco, podem combater a doença além de contribuírem para a melhora da qualidade de vida. Além disso, o consumo de certos alimentos funcionais, que produzem efeitos metabólicos, fisiológicos e benéficos à saúde parece ser muito útil no controle do peso. Enquanto alguns desses alimentos são capazes de promover saciedade, caso das fibras, outros possuem ação termogênica e aumentam a oxidação de gorduras, como é o caso do chá verde.Pesquisadores já haviam comprovaram anteriormente que o chá verde pode ser eficaz também no combate ao mau hálito. É o que indicou um estudo preparado pelo microbiologista americano Milton Schiffenbauer, da Universidade Independente Pace, dos Estados Unidos.Segundo Schiffenbauer, substâncias presentes no chá verde destroem vírus e bactérias que causam infecções na garganta e problemas dentários como as cáries e provocam mau hálito.
Aumento da força muscular é maior quando chá é consumido antes de exercícios
O consumo de chá verde aliado à prática de exercício físico auxilia na redução do triglicérides, ganho de força muscular, ganho de massa magra e na redução da massa gorda
Além de proporcionar uma mudança na composição corporal, o consumo do produto, aliado aos exercícios, auxilia na utilização da gordura corporal como fonte de energia e no aumento da massa magra
o chá verde é a segunda bebida mais consumida no mundo e contém grande quantidade de compostos que proporcionam uma série de benefícios à saúde. Dentre eles a redução do risco de doenças cardiovasculares e de alguns tipos de câncer, melhoria das funções fisiológicas, efeito anti-hipertensivo, proteção ultravioleta, aumento da densidade mineral óssea, entre outras.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

SERÁ O FIM DO "MOTORZINHO" ????


Escova de plasma indolor torna obturações mais fortes
Redação do Diário da Saúde



A escova de plasma usa reações químicas para desinfetar e limpar as cavidades dos dentes, além de fixar melhor as obturações.[Imagem: University of Missouri-Columbia]
Sem broca e sem zunido

Há pouco tempo, cientistas conseguiram eliminar o ruído do motorzinho do dentista.

Agora, engenheiros da Universidade de Missouri (EUA) fizeram ainda melhor.

Hao Li e seus colegas eliminaram a necessidade da broca - e do motorzinho que a faz girar - em várias situações.

Em seu lugar, entra uma tecnologia absolutamente silenciosa, chamada "escova de plasma".

Escova de plasma

O plasma é considerado o quarto estado da matéria, quando as partículas subatômicas formam uma espécie de "sopa".

O maior interesse dos cientistas da área médica está no chamado plasma a frio. Os bisturis de plasma já estão sendo testados em diversas aplicações.

Na área odontológica a tecnologia é útil porque é capaz de eliminar bactérias sem afetar as áreas sãs do dente.

Isto torna a nova escova de plasma o substituto ideal da tradicional broca do dentista.

Obturações mais fortes

Mas o fim do incômodo do barulho não é o único ganho da tecnologia de plasma aplicada aos dentes.

As reações químicas que o plasma induz no dente alteram sua superfície, tornando-a mais forte e mais robusta, o que permite uma melhor conexão do material de preenchimento ao dente.

Além disso, como a nova técnica é menos agressiva, a reposição de obturações praticamente não ocasiona novo desgaste no dente, mantendo-o por mais tempo.

Na técnica convencional, "um dente só pode suportar duas ou três restaurações, antes de ter que ser arrancado. Nossos estudos indicam que as obturações são 60% mais fortes com a escova de plasma, o que pode aumentar a durabilidade do preenchimento," afirma o Dr. Hao Li.