segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

HPV???

 
Um simples beijo pode transmitir o HPV que causa câncer bucal? Apesar de não ser a principal forma de contaminação, o beijo entre um indivíduo com lesão em atividade e outro com suscetibilidade a infecção (deficiência no sistema imunológico) pode facilitar a transmissão. O vírus está presente na saliva e a troca do fluido através do beijo pode levar à contaminação do parceiro. O HPV pode chegar a boca e a orofaringe pelas seguintes vias de transmissão: orogenital relacionada à prática sexual, transmissão vertical (da mãe ao filho) e interna (sangue e sistema linfático). Mas, a princial forma de contaminação da boca pelo HPV é por sexo oral.

Câncer bucal: prevenção!


Os locais mais acometidos pelo câncer de boca são lábio inferior, borda de língua e assoalho bucal. Em todos os casos, o prognóstico é dependente do estágio da doença. Ou seja, quanto mais precoce for o diagnóstico, sendo que a ação do cirurgião dentista é fundamental no processo, mais altas são as chances de cura. Pesquisas e estudos do A C Camargo evidenciaram o aumento do câncer de boca pelo papiloma vírus, popularmente conhecido por HPV. Além do cigarro e do álcool como fatores preponderantes para o câncer bucal, nos últimos anos o HPV apareceu como causador de infecções que facilitam a formação de tumores. Em casos de amígdala, a incidência do HPV cresceu 25% (registrado há 10 anos) para 80% atualmente.

SINAL DE ALERTA: BACTEREMIA


Os pacientes carregam, em suas bocas, um incontável número de bactérias que são responsáveis por dois problemas dentro dos consultórios: bacteremia e a infecção cruzada. Algumas medidas simples e eficazes ajudam a minimizar estes problemas. A bacteremia é a penetração de patógenos na corrente sanguínea, que pode ocorrer durante procedimentos invasivos como uma raspagem periodontal ou até durante a mastigação em pacientes com inflamação gengival. Normalmente essa bacteremia é transitória, pois nosso sistema imunológico detecta e combate esses micro-organismos sem alterar nossa saúde. Porém, se o paciente tiver outros problemas se saúde como diabetes, ou ser portador de válvula cardíaca, pode ocorrer por exemplo: endocardite, infecção pulmonar, osteomielite e outras doenças. É importante salientar que todo paciente com doença periodontal tem uma porta aberta à penetração de micro-organismos. O uso de enxaguatórios no consultório tem um papel importante, pois, é na saliva, sangue e exsudatos que encontramos uma grande fonte de micro-organismos patogênicos e no momento do tratamento, profissional e equipe de atendimento entram em contato com esses fluidos, seja de forma direta ou indireta, pela manipulação dos instrumentos. Ideal é sempre sob supervisão do profissional. Uma das opções é o uso de clorexidina a 0,2% ou enxaguatórios que contêm óleos essenciais ou cloreto de cetilpiridíneo.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Alzheimer



 Em breve o Brasil terá mais idosos do que jovens, o envelhecimento da população brasileira está ocorrendo mais rápido do que  na Europa. A expectativa é de que em 2015 sejamos o sexto país no ranking mundial de população de idosos. Na América Latina, hoje a cada 61 segundos é diagnosticado um novo caso de demência senil.  Além das doenças típicas da idade, como cardiopatias, diabetes, osteoporose, a evolução da senilidade provoca sinais de demência que podem confundir ou mascarar o diagnóstico do Alzheimer. Alguns pacientes requerem atenção especial, pois apresentam determinadas condições como xerostomia, raciocínio mais lento e surdez em níveis avançados. Um fator que dificulta o trabalho profissional de saúde é que a família costuma não aceitar, negar ou até ignorar o diagnóstico dado ao paciente de Alzheimer. Essa patologia é progressiva e degenerativa, sendo que a evolução da doença é muito diferente de um idoso para outro. É necessário muita paciência e compreensão.


Dor Orofacial


Embora vários estudos já tenham evidenciado a relação entre ansiedade e depressão que geralmente estão presentes nas DTMs, o conceito de hipervigilância é um tema recentes que apresenta perspectiva promissora como construtor do conhecimento no campo da dor orofacial. A hipervigilância refere-se ao aumento anormal de atenção a alguns estímulos, sejam externos e/ou internos. Nesses casos o paciente faz um escaneamento sobre as sensações corporais podendo reconhecer situações normais como possíveis ameaças ao corpo. Algumas vezes esse processo pode interferir na percepção dolorosa e uma equipe multidisciplinar deve orientar o tratamento. Geralmente, pacientes que apresentam alterações psicossociais significativas chegam ao consultório relatando dor física, incapacidade de realizar atividades diárias no trabalho ou lazer, abuso de medicação para alivio da dor e sinais de estress. Em alguns casos o aumento da atividade muscular mastigatória excede níveis de tolerância e podem apresentar sintomas transitórios da DTM. Incentivar pacientes a cultivarem hábitos saudáveis, dieta equilibrada, evitar álcool e cafeína, fazer exercícios físicos regularmente, são condutas que visam melhorar a qualidade de vida. Evitar hábitos orais prejudiciais, como apertamento e ranger de dentes, onicofagia, sucção do polegar, movimentos excessivos de mandíbula, morder mucosa e lábio, mascar chiclete.

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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Paciente S.V, procurou nosso consultório com dor, fístula na região do dente 46. Já estava tomando antibiótico, antes do tratamento.
Foi realizado tratamento de canal em SESSÃO ÚNICA.
Paciente está ok, sem dor, com o dente ja restaurado.

Satisfação enorme poder ajudar a paciente, dando um tratamento adequado.