segunda-feira, 3 de julho de 2017

Terapia floral na Odontologia

A terapia consiste em acolher o paciente, eliminando medos, traumas e ansiedades, preparando-o para tratamento odontológico clínico ou cirúrgico, resgatando o equilíbrio. O dentista terapeuta floral visualiza a boca como um espaço vital, compreendendo que existem muitas relações entre os sentimentos, emoções e modo de pensar e viver do paciente com problemas que se manifestam na cavidade bucal. Ocorre então, uma nova forma de entender o paciente, que vai além da resolução de problemas e sintomas bucais. Desde que o médico homeopata e bacteriologista Edward Bach descobriu e catalogou 38 flores que fazem parte do sistema floral, a prática integrativa de tratamento se espalhou pelo mundo. Prática: curar o doente e não a doença, não se ater aos sintomas e sim procurar as causas da doença. Na Odontologia, os florais são muito usados em casos de bruxismo, medos, ansiedade, onicofagia e sucção digital. Na ortodontia ajuda na impaciência e ansiedade, diminuindo as causas não físicas da dor ligadas ao estresse. Ajuda a aliviar a irritabilidade em bebês e crianças quando da erupção dentária e facilita moldagens (ânsia). Na área da saúde devemos buscar todas as alternativas para melhorar condição bucal dos pacientes.

Bactérias bucais no organismo

Evidências científicas mostram cada vez mais a integração entre cavidade bucal e restante do organismo. Trabalhos demonstram a presença de lesões e problemas cardíacos tendo como origem bactérias bucais, (como aterosclerose, AVC, decorrente de infecções crônicas dentais). Daí a necessidade de profissionais (dentistas) em ambiente hospitalar, devido ao conhecimento biológico, microbiológico e técnico. O tratamento endodôntico é uma das terapias que apresenta alto grau de sucesso clínico na Odontologia, com taxa de 89 a 92%. Aplicando-se com rigor os protocolos técnicos, mantendo a assepsia, torna-se fundamental a restauração o mais breve possível para blindar e manter a desinfecção obtida e devolver funções ao órgão dental. Em casos de fratura ou exposição da câmara pulpar acidental pode ocorrer penetração de bactérias mais profundamente. O ideal é realizar sempre a prevenção, observar se há presença de lesões apicais, realizando uma manutenção periódica, principalmente em dentes que sofreram restaurações profundas, tratamentos endodônticos e periodontais

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Amamentação e anquiloglossia

O leite materno é o alimento mais adequado para recém nascido, nos 6 primeiros meses de vida deve ser fonte exclusiva de nutrição. Para que a sucção ocorra de forma natural, o bebe precisa apresentar coordenação dos reflexos orais, vedamento labial, adequada movimentação e protrusão de língua para obtenção do leite. Alteração no freio e anquiloglossia podem interferir na amamentação de recém nascidos a termo e sadios, pois dificulta a pega do mamilo. Lactentes com anquiloglassia têm menor chance de ser amamentados nas 1as semanas de vida e maior risco de serem alimentados somente com mamadeira. Mais estudos precisam ser realizados para avaliar custo benefício de técnicas cirúrgicas nesses casos. Entretanto, a maioria das crianças diagnosticadas é assintomática e não apresenta dificuldade de amamentação.

Teste da Linguinha

A anquiloglossia, popularmente chamada de língua presa, é uma anatomia congênita onde o freio lingual é curto e espesso/delgado, restringindo movimentos da língua. Dependendo da espessura, elasticidade e local de fixação, é classificada em leve, moderada e severa. Essa limitação pode prejudicar movimentos que são importantes para sugar, mastigar, engolir e falar. Por isso, deve ser diagnosticado logo no 1o mês de vida para evitar dificuldade de amamentação, possível perda de peso e desmame precoce. Em caso de evidência de que a anquiloglossia seja a causa de dificuldade de amamentação, a indicação cirurgica de frenectomia deve ser considerada.

Câncer bucal

Pesquisas realizadas no Instituto Nacional  do Câncer (Inca) registraram em 2016, cerca de 7,350 casos de câncer em laringe e proximidades. Grande parte ocorre devido ao tumor maligno mais frequente da glândula submandibular e das salivares menores, o carcinoma cístico (CAC). Uma nova droga experimental a MI-773 têm sido avaliada como uma alternativa ao tratamento do CAC. O estudo do Dr Felipe Nor foi publicado no Clinical Cancer Research em fevereiro de 2017. A alta prevalência de recorrência pós terapia deste câncer, especialmente em casos avançados, é a principal causa de morte dos pacientes. Diante desse desafio, busca-se novas drogas que sejam eficazes no tratamento.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Mangabeira e formação óssea???

A mangabeira é uma árvore frutífera, onde o fruto maduro é consumido principalmente na região Nordeste. As folhas, casca e látex extraídos do tronco são empregados no tratamento de doenças fúngicas, tuberculose, úlceras gástricas e fraturas ósseas. A faculdade de Odontologia de Piracicaba está realizando uma pesquisa relacionando o látex e a formação óssea, baseado numa comunidade do município de Mata de São João (Bahia), onde os moradores locais extraem, dissolvem em água e ingerem látex da mangabeira com objetivo de reparar fratura óssea. Observaram nas pesquisas em ratos que o látex sobre a superfície óssea estimulou periósteo, ocorreu proliferação celular e as células começaram a produzir novo osso, demonstrando uma aceleração no processo de reparação óssea. Futuramente, após mais pesquisas poderá ser usado por exemplo em cirurgias de extração e leitos para implantes. A previsão é ser um produto eficiente e de preço acessível.

Como limpar aparelhos móveis?

Uma opção fácil de usar para limpar aparelhos odontológicos móveis são as pastilhas que ajudam a desinfetar aparelhos ortodônticos, placas de mordida, placas de clareamento. Elimina germes e remove manchas. Os aparelhos devem ser escovados diariamente após alimentação e as pastilhas auxiliam nessa limpeza.