terça-feira, 22 de dezembro de 2009

FELIZ NATAL

Em época de Natal, o espírito de FESTA E ALEGRIA prospera em todas as pessoas, um clima suave na cidade, parece um encanto!
Que momento magico, que epoca gostosa.

Desejamos a todos, UM FELIZ NATAL E UM MARAVILHOSO 2010 COM MUITA SAUDE, MUITA PAZ, MUITA UNIÃO, MUITA ALEGRIA!
TUDO DE BOM, DE MARAVILHOSO PARA TODOS NOS!

E Até janeiro de 2010.

VENTURINI ODONTOLOGIA

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Você sabe o que é saburra???

A saburra lingual é uma formação esbranquiçada que se forma no dorso da língua, como a placa bacteriana nos dentes.
Restos de alimentos e células que se deslocam naturalmente da boca e dos lábios se depositam na língua e formam a saburra, foco de bactérias que provocam mal hálito.
Um agravante é a salivação precária, que facilita a aderência dos microorganismos e pode ser resultado de falta de hidratação, alimentação desequilibrada ou alguma doença.
Limpar a língua com um acessório próprio (geralmente de plástico em formato de U ou V) diariamente após a escovação é essencial para remover a saburra e evitar não só a halitose mas, a cárie e doença periodontal.
O uso de enxaguatórios com álcool deve ser evitado já que este resseca a mucosa bucal provocando descamação de células, as quais juntam-se à saburra e viram alimento para as bactérias que causam a halitose, piorando o quadro.
A pessoa que tem mal hálito nem sempre percebe porque quem convive com o cheiro da própria expiração acaba se acostumando e desenvolvendo a fadiga olfatória, que é a incapacidade de distinguir o odor.
Aqueles que tem hálito saudável conseguem perceber quando há alguma alteração.
Porém, existem certos tipos de alimento que liberam gases à base de enxofre durante o processo digestivo, como a cebola, o alho, o brócolis, o repolho e comidas gordurosas.
As frutas cítricas e os alimentos fibrosos estimulam a salivação e a autolimpeza da língua.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Saúde Sistêmica

Além do impacto que a perda dentária exerce na qualidade de vida de uma pessoa, comprometendo aspectos como aparência, interações sociais e o prazer da alimentação, existe também a real preocupação de que a nutrição saudável seja negativamente influenciada pela falta de dentes, principalmente em idosos.
A função mastigatória depende do estado da dentição e, como a perda dentária diminui a capacidade de mastigação, podem ocorrer alterações desfavoráveis na escolha de alimentos e na ingestão de nutrientes.
Os maus hábitos alimentares resultantes mostraram estar envolvidos na causa de problemas sistêmicos, associações entre dieta e doenças foram observadas.
Demonstrou-se que uma dieta rica em gorduras e colesterol aumenta o risco de doença cardiovascular, enquanto uma dieta pobre em fibras, frutas, vegetais pode causar aumento do risco de câncer.
Os estudos fornecem evidências de que a ingestão de nutrientes está associada com o estado dentário.
Além disso, muitos alimentos evitados pelas pessoas com dentição insatisfatória protegem o organismo contra doenças como isquemia cerebral, síndrome metabólica e doença cardiovascular.
Portanto, é importantíssimo o cuidado com a higiene bucal e dieta.

Assistência odontológica geriátrica

Programas preventivos individuais eficazes dependem da educação do paciente para realizar uma boa higiene bucal e check-ups odontológicos frequentes.
Entretanto, apesar dos esforços ao longo dos anos dos serviços odontológicos, ainda existe uma distância entre os serviços oferecidos e os usados, principalmente para idosos.
Um estudo realizado no Reino Unido em 1998 verificou que apenas 60% dos adultos com mais de 75 anos de idade disseram fazer check-ups, deixando os outros 40% em risco de problemas de saúde bucal não tratados, podendo piorar e prejudicar a saúde geral.
Barreiras que impedem os idosos de buscar tratamento odontológico incluem custo, medo, debilidade física e falta de percepção da necessidade de tratamento.
Um estudo de Glasgow, Escócia, observou que quando pacientes idosos eram encaminhados por um profissional de saúde da família, estimulando visitas regulares ao dentista, a frequencia odontológica melhorava significativamente.
Para os pacientes idosos, a integração dos serviços médicos e odontológicos é muito importante para a prevenção e exigirá a colaboração de dentistas, médicos geriatras e clínicos gerais.

Uso de implantes

Nos últimos anos os avanços nas técnicas cirúrgicas e protéticas tornaram os implantes dentários mais confiáveis e duráveis, no entanto, a satisfação dos pacientes com a substituição dentária tornou-se um desafio.
O papel inicial do clínico é avaliar a história médica e odontológica do paciente, discutir as opções terapêuticas disponíveis em termos de viabilidade, função, estética e custo.
Também desenvolve o plano de tratamento, avalia cuidadosamente os tecidos moles e duros dos sítios dos implantes nas três dimensões, prepara um modelo de diagnóstico montado em articulador e um enceramento de estudo.
As estruturas ósseas são avaliadas por palpação em combinação com os exames radiográficos.
O conjunto de elementos diagnósticos pode ajudar a determinar a extensão exata do enxerto de tecido mole e duro (quando necessário) e pode ser usado para criar um guia cirúrgico que ajuda no posicionamento correto do implante.
O número de implantes necessários depende de quantos dentes adjacentes estão ausentes.
Coroas ou próteses retidas por parafusos são recomendadas quando o risco de recessão gengival é alto.
Próteses retidas por cimento são preferidas com coroas curtas.
As overdentures (próteses sobre implantes) removíveis, são retidas por dois implantes e suportadas por tecido mucoso. Já pacientes que não suportam a pressão sobre esses tecidos requerem overdentures que sejam suportadas exclusivamente por implantes conectados por uma barra rígida.
Convencionalmente, a prótese é colocada sobre o implante depois de um período de cicatrização de três a seis meses.
Procure se informar a respeito.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

A importância do dentista frente ao Mal de Alzheimer

Devemos analisar o paciente como um todo, tendo em foco um trabalho multiprofissional.
Dentre os principais cuidados com o portador da doença de Alzheimer, temos: manter a cavidade bucal higienizada e as próteses limpas com auxílio de escovas interdentais e passa-fios.
Esse acompanhamento deve ser feito periodicamente, os cuidadores devem ser orientados quanto aos cuidados a serem tomados e informar ao cirugião-dentista imediatamente se houver qualquer problema na boca ou em próteses.
É importante o conhecimento sobre a medicação utilizada pelo paciente e se houver alguma dúvida, entrar em contato com o médico.
Os jovens de hoje serão os idosos no futuro, portanto, devemos ter consciência dessa doença e procurar tratá-la de forma adequada.

Mal de Alzheimer em idosos

Segundo a Organização Mundial de Saúde, 25 milhões de pessoas sofrem de Mal de Alzheimer.
A demência causada por essa doença é uma disfunção cerebral caracterizada por deterioração intelectual adquirida e persistente que compromete funções do estado mental.
Demência é uma palavra de origem latina, dementia, que significa "mente distante" e não pode ser confundida com esclerose ou loucura.
Foi descrito pela 1a vez em 1906 pelo neurologista alemão Alois Alzheimer, destava sintomas como déficit de memória, alterções de comportamento e incapacidade para atividades rotineiras.
Ocorre geralmente a partir dos 60 anos e sua incidência aumenta com o passar dos anos.
Não existe uma causa específica para a doença.
Pode não ser percebido em seus estágios iniciais e algumas vezes confundido com envelhecimento.
Pequenos esquecimentos, sinais de depressão, dificuldades com a linguagem, confusão mental e algumas vezes agressividade fazem parte dos sintomas iniciais.
A agitação é o distúrbio mais comum e que tem a frequência aumentada à medida que a doença evolui. A agitação costuma causar ansiedade, ilusões e irritabilidade.
As primeiras pessoas que percebem os sintomas são os cuidadores que devem sempre recorrer a um médico.
É essencial que o médico, os familiares e o cuidador estejam em permanente contato, agindo em conjunto para que o paciente possa estar protegido, além de fornecer informções corretas para o tratamento possa ser ajustado de acordo com cada caso.