terça-feira, 13 de março de 2012
Cuidados na gestação
Apesar de pouco divulgada, a Odontologia preventiva, por exemplo, pode contribuir de forma decisiva na saúde bucal da gestante e do bebê, mesmo após o parto.
Outra mudança que ocorre nessa fase é o mal-estar. Geralmente, a gestação deixa a mulher mais sensível a determinados paladares e aromas, causando enjoos com mais freqüência. Os constantes vômitos podem cusar maior acidez na cavidade bucal, o que pode resultar na erosão dentária, ou seja, perda da estrutura mineral do dente, mais conhecido como esmalte. No entanto, quem pensa que deve correr para escovar os dentes com pasta dental após o ejoo, engana-se. “A saliva e toda a biodiversidade bacteriana presentes na boca possuem função importante para a desorganização do ciclo de formação das cáries. Logo, a quimica da pasta impedirá que a saliva aja sobre a acidez do vômito. Deve-se bochechar com água imediatamente.
O ideal é monitorar o desenvolvimento da dentição e desenvolver uma estratégia de prevenção da cárie dentária durante todo o desenvolvimento da criança. Ainda é possível acompanhar o crescimento e a erupção dos dentes identificando precocemente as necessidades de aparelhos ortodônticos para que eles sejam utilizados nas fases ideais do tratamento.
segunda-feira, 5 de março de 2012
Bruxismo em crianças???
Sua causa é multifatorial, podendo ter origem local, sistêmica, psicológica,ocupacional, hereditária ou estar relacionada a disturbios do sono.
O fator psicoemocional é apontado como um dos mais importantes no desenvolvimento do bruxismo.
É mais comum na infãncia e apresenta tendência a persistir na fase adulta, reduzindo na 3a idade.35% a 90% das crianças com bruxismo noturno evoluem com sintomas na fase adulta. Pode causar danos à articulação, aos músculos, dentes e oclusão.
Como consequência, temos fraturas, desgastes, sensibilidade dental, lesões na língua e bochecha, fadiga dos músculos mastigatórios, dor de cabeça e zumbido no ouvido.
É necessário um diagnóstico completo e tratamento multidisciplinar, tratar os sinais e sintomas, procurar tratar as causas e naõ somente suas consequências.
Podemos usar placas intraorais, ajustes oclusais, medicamentos e laser ou também terapias alternativas como acumpuntura, homeopatia e fitoterapia.
Crianças com pouca idade podem apresentar esses hábitos, os pais devem ser corretamente orientados a estimular o esporte, evitar alimentos estimulantes para diminuir a ansiedade. Pela pouca idade, o uso de dispositivos intraorais pode trazer insucesso devido à falta de colaboração. Medicamentos devem ser prescritos com critério para evitar efeitos colaterais.
Como esse hábito leva a diversas consequências, o tratamento precoce é de fundamental importância para evitar alterações no crescimento e desenvolvimento da criança.
quinta-feira, 1 de março de 2012
O estress pode ser um dos causadores das aftas
Para alguns surge com o estress ou nervosismo, para outros em decorrência do uso de medicações ou deficiência de minerais e vitaminas.
Algumas pessoas associam determinados tipos de alimentos, principalmente ácidos, como o abacaxi à presença das aftas. O ideal é tentar relacionar o tipo de alimento ao quadro e tentar evitá-lo nesse período.
As lesões tendem a desaparecer depois de alguns dias, caso não aconteça, procure seu dentista para uma avaliação.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
endodontia em dente "da frente"
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Cirurgia Ortognática???O que é isso???
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Mastigar ajuda?
Segundo uma pesquisa da Universidade medica Harbin, na China, publicada no American Journal of Clinical Nutrition, mastigar cerca de 40 vezes antes de engolir a comida pode significar uma ingestão calórica 12% menor. Os cientistas descobriram que os homens jovens que mastigam mais vezes têm níveis diferentes no sangue de dois hormônios relacionados ao apetite. Os pesquisadores compraram se a mastigação dos jovens normais e jovens obesos influenciava os níveis de açúcar, insulina e hormônio do apetite. Quanto mais vezes os homens mastigavam, menores eram os níveis de grelina (um hormônio responsável por estimular o apetite) e maior de colecistocininca (hormônio que reduz o apetite). Não observaram relação entre a mastigação e os níveis de açúcar e insulina. Com a redução de 12% de ingestão calórica, é possível emagrecer cerca de 1 quilo ao longo de um ano.
